quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
No meu silêncio

Quando a noite chega, vou me ajeitando no meu cantinho, ali eu vejo tudo o que desejo para sonhar bem juntinho de ti, só tu não vens para desfrutarmos deste encantamento, de milhões de estrelas a brilhar, e a lua a nos chamar para o amor!
A minha vida se perde sem a tua, sinto a falta dos teus conselhos convincentes, acalmando a minha ansiedade nos momentos difíceis em que a solução não encontrava, tu sabias dirigir-me à calma e tudo se tornava claro em minha mente.
Neste lugar escuro, onde sinto-me só, pensamentos giram em torno desta Chamativa lua Prateada ,que outrora foi palco dos nossos sonhos de amor infinitamente reais e inseparáveis!
Basta para mim, que estejas bem e sintas este amor, que lateja dentro do meu coração por ti!
Por Zilca P. Tricerri
domingo, 7 de dezembro de 2008
sábado, 6 de dezembro de 2008

És tudo o que possuo, mesmo sem te ter..
és o nectar da vida...
és a seiva que me percorre..
...que me enlouquece as noites e devora as madrugadas..
Amo o teu olhar, onde mergulho livre
onde sinto, vejo e tacteio o que de mais belo pode haver..
tu habitas em mim..
falo-te em silêncios demorados,
sinto a ausência do teu corpo, do teu calor
mas recordo sempre a ultima vez..
Faço amor contigo, de muitas maneiras.. suavemente, docemente
ate ao adormecer das estrelas...
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Espera

À espera... à espera de quê?... De tudo, e de nada...julgo...
Na vida.. tudo é uma espera...
à espera de um amanhecer mais radioso...
à espera de um entardecer intimo e conivente...
à espera de um beijo sempre sedento... de outro...
à espera do que mais desejamos...
... e do que já não nos é permitido possuír...
domingo, 30 de novembro de 2008
Procuras meu reflexo na água
Então percebes...
Hoje sou noite, sou as estrelas,
Hoje sou lua.
Desnuda em força
Sou pura essência.
Eu sou Mulher.
Tornei-me noite,
tornei-me estrela,
Tornei-me lua.
Sou os teus sonhos,
Teus devaneios.
Tua saudade,
Sou a lembrança, sempre presente,
Em cada gesto, em cada cheiro, cada lugar.
O meu canto, o meu chamado tu ouvirás.
Mas sou quimera...
Meu canto, o das sereias...
Tua busca será eterna,
Mas nunca me alcançarás...
sei de cor
sei de cor cada lugar teu
atado a cada lugar meu
tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
tento esquecer a mágoa
guardar só o que é bom de guardar
Pensa em mim protege o que eu te dou
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou
sem ter defesas que me façam falhar
nesse lugar mais dentro
onde só chega quem não tem medo de naufragar
Fica em mim que hoje o tempo dói
como se arrancassem tudo o que já foi
e até o que virá e até o que eu sonhei
diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei
Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num dsfgds gsó
Eu Vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar
Pus o meu sonho num navio
e o navio em cima do mar;
depois, abri o mar com as mãos,
para o meu sonho naufragar
Minhas mãos ainda estão molhadas
do azul das ondas entreabertas,
e a cor que escorre de meus dedos
colore as areias desertas.
O vento vem vindo de longe,
a noite se curva de frio;
debaixo da água vai morrendo
meu sonho, dentro de um navio...
Chorarei quanto for preciso,
para fazer com que o mar cresça,
e o meu navio chegue ao fundo
e o meu sonho desapareça.
Depois, tudo estará perfeito;
praia lisa, águas ordenadas,
meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas
Das montanhas dos instantes
Basta-me um pequeno gesto,
Feito de longe e de leve, para que venhas comigo
E eu para sempre te leve...
mas esse eu não farei.
Uma palavra caída
Das montanhas dos instantes
Desmancha todos os mares
E une as terras mais distantes...
palavra que não direi.
Para que tu adivinhes,
Entre os ventos taciturnos,
Apago os meus pensamentos,
Ponho vestidos nocturnos,
... que amargamente inventei.
E, enquanto me descobres,
Os mundos vão navegando
Nos ares certos do tempo
Até não se sabe quando...
... e um dia me acabarei.





